A equipe do site Gore Boulevard
apresenta agora para todos aqueles que acompanham as postagens da nossa
“esquina sangrenta” uma pequena entrevista realizada com a vampiresca
Mônica Mattos sobre sua participação no circuito de horror indie
nacional. Boa leitura.
Como ocorreu esta transição do pornô para o cinema alternativo de horror?
R: Eu
já tinha encerrado a minha carreira no pornô quando recebi o primeiro
convite, achei interessante a proposta, aceitei na hora e achei o
máximo!!!
Você,
de alguma forma, se arrepende do seu currículo anterior no cinema
erótico? Quais os prós e contras das produções deste gênero?
R: De
jeito nenhum... Consegui construir uma carreira sólida no pornô, e me
destacar entre muitas, hoje sou reconhecida pelos meus trabalhos e me
orgulho disso, mas tudo tem sua época, eu aproveitei bastante a minha,
mas hoje já não tenho mais interesse nesse tipo de trabalho.
Você sempre foi fã de filmes de horror? Cite alguns títulos e atores de sua preferência.
R: O
primeiro filme de terror que me lembro de ter assistido foi “O
Exorcista”, na época eu tinha pouco mais de 10 anos, desde então viciei,
(risos)...Também gosto muito do trabalho do Mojica.
Gostei
muito da sua atuação no curta “Zombeach”, de Newton Uzeda. Como foi a
preparação da sua personagem na produção e quais outras criaturas
mortas-vivas (ou não) lhe inspiraram para interpretar a zumbi da trama?
R: Não teve preparação nenhuma. Me passaram o roteiro e eu desenvolvi do jeito que me veio em mente. (risos)
Você
já foi, consecutivamente, a vítima e o carrasco em seus trabalhos no
cinema indie de horror. Você prefere ser a mocinha indefesa ou o monstro
sanguinário nas filmagens?
R: Os dois foram legais, mas ser o monstro é mais divertido!
A Mônica Mattos da tela é semelhante à da vida real?
R: Não, ainda não fui zumbi e nem vampira na vida real. (risos)
Como está sendo a aceitação do curta “O Estripador da Rua Augusta” na mídia?
R: Está sendo ótima, estou muito animada!
Em
todas as produções (grandes ou pequenas) sempre ocorrem situações
inusitadas. Cite algum fato – engraçado ou não – ocorrido com você nas
gravações do curta “O Estripador da Rua Augusta”.
R: A
coisa mais engraçada (e dolorosa) que aconteceu foi quando estávamos
gravando uma cena em que o Henrique (o estripador) cortava o meu dedinho
do pé com um alicate, e como ele é um pouquinho desajeitado quase
cortou de verdade.
Como é trabalhar com os diretores Felipe M. Guerra e Geisla Fernandes?
R: Foi
ótimo. Eles são super profissionais, organizados, e a equipe toda tem
um astral ótimo. Espero trabalhar com eles mais vezes...
Você
também fez parte do cast de “Red Hookers”, de Larissa Anzoategui.
Fale-nos como foi trabalhar neste curta com forte temática
lovecraftiana?
R: Foi ótimo também, achei a história bem bacana, a equipe maravilhosa e não vejo a hora de ver tudo pronto!
Foi
um prazer indescritível realizar esta entrevista. Alguma novidade ou
recado que queira deixar para os fãs e leitores do Gore Boulevard?
R: O prazer foi meu. Espero que todos gostem desse meu novo trabalho e aguardem, pois vem muita novidade por ai.
Um beijo grande!!!!

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